Existem vários modelos para classificar a cultura organizacional. Um dos mais conhecidos descreve quatro tipos, e a ideia central é que nenhum é melhor em si: o que importa é a coerência com o momento e a estratégia da empresa.
Cultura de clã (pessoas)
Foco em colaboração e senso de time, quase de família. Ambiente acolhedor e forte em engajamento; o risco é evitar conflito e adiar decisões duras.
Cultura de adhocracia (inovação)
Foco em criar, experimentar e arriscar. Ágil e criativa; o risco é a falta de processo e de constância.
Cultura de mercado (resultado)
Foco em metas, competição e resultado. Puxa alta performance; o risco é a pressão excessiva e o desgaste das pessoas.
Cultura de hierarquia (processo)
Foco em estrutura, regras e estabilidade. Previsível e eficiente; o risco é a burocracia e a lentidão.
Qual é o melhor?
Nenhum isolado. A maioria das empresas mistura os quatro, com um predominante. O problema não é o tipo, é a incoerência entre discurso e prática, e um único traço dominando a ponto de sufocar os outros. Definir os valores organizacionais ajuda a dar a direção certa.